Desde 1993
CIA ARTEFOLIA
31 anos
QUEM SOMOS
A Cia. Artefolia é um grupo de dança do Recife que teve, no momento da sua criação, a influência da Metodologia Brasílica – sistematização elaborada pelo Balé Popular do Recife a partir da observação e recriação de movimentos e passos oriundos das danças de tradição, além da transposição destas para o palco.
Nos primeiros anos de existência, o grupo reproduzia o formato criado pelo Balé, através de composições coreográficas das danças populares*, que passeavam pelos ciclos carnavalesco, junino e natalino; contudo, depois de um tempo, passou a experimentar e ter contato com outras formas de viver as expressões populares, levando em consideração atravessamentos e questões da atualidade, o que possibilitou um alargamento das criações da companhia para a cena.
A Cia. de Dança Artefolia tem uma trajetória marcada por uma série de importantes produções que mesclam a tradição e a (re)criação a partir da cultura popular, com ênfase em manifestações como o frevo, o maracatu e outras expressões das danças populares. Desde sua fundação, em 1997, a companhia acumulou uma vasta produção, com um total de nove trabalhos cênicos entre espetáculos e coreografias autorais: Pernambucando (1997), Mutamb (1999), Bela à Vista – A Descoberta de Cabral (2000), Irreverência (2001), Namata (2002), Patuscada (2003), Tambores e Maracás (2004), Preto no Branco (2007) e Roda de Terreiro (2022). A Cia. também se dedicou à criação de videodanças que expandem sua linguagem artística para o audiovisual; os principais trabalhos incluem as videodanças Preto no Branco (2007), concebida para o espetáculo homônimo, Cupim de Ferro (2018) e Na Sola do Pé (2022).
Os projetos mais recentes da Cia. Artefolia evidenciam a continuidade de seu trabalho e sua preocupação com a preservação e difusão cultural, além da educação e formação artística. Entre os mais destacados na área da pesquisa cultural estão Na Sola do Pé (2020) e “SEGURANDO O ROJÃO”: ensino do frevo, metodologias e resistência do Litoral ao Sertão (2021) e o seminário itinerante Nessa Roda Cabe (2023-2024), que circulou por Petrolina e Serra Talhada, conectando fazeres e saberes do frevo nessas duas localidades. Realizou, ainda, a circulação municipal (Recife) de Roda de Terreiro (2023), e, em 2024, o projeto Corpos Inscritos no Tempo, que lida com a organização e difusão dos acervos físicos e digitais da Cia. Artefolia.
A partir da primeira experiência com o Pernambucando outras criações e pesquisas surgiram, dando forma a um processo criativo próprio que se estende até os dias atuais. Os trabalhos autorais da Artefolia trazem como diferencial a criação colaborativa entre os membros do grupo e parcerias com coreógrafos convidados; têm como premissa a articulação dos corpos com diferentes referências do universo da dança para tratar de temas relativos à cultura brasileira/pernambucana, bem como a relação destas com a contemporaneidade.
Através dos seus projetos, a Cia. Artefolia circulou por várias cidades brasileiras, como Belém, Curitiba, Brasília, Salvador, Manaus, Belo Horizonte, São José do Rio Preto, Maceió, João Pessoa e por sete municípios do estado de Pernambuco além de Recife: Limoeiro, Garanhuns, Triunfo, Jaboatão dos Guararapes, Jatobá, Petrolina e Serra Talhada; no exterior, circulou pela Califórnia em Berkeley, São Francisco, Los Angeles e San Diego.
A Cia. Artefolia compreende a importância e influência de todas as pessoas que integraram o grupo desde a sua fundação; potentes em suas singularidades criativas, são corpos que vêm, ao longo da trajetória do grupo, interferindo, moldando e repensando as próprias práticas com o contorno de cada época.
A Cia. está implicada com temáticas presentes na nossa estrutura social e que atravessam as experiências individuais. Nos últimos anos, a perspectiva decolonial de atuação coletiva permeia a sua construção artística e criativa, bem como as relações entre todes artistas-criadores que integram a companhia. Estar em grupo é o que interessa e dá sentido ao trabalho da Cia. Artefolia.
* O termo “Dança Popular” tem uma especificidade no âmbito da dança do Recife e de Pernambuco, justamente por causa da influência do Balé Popular do Recife, e vem se constituindo, ao longo do tempo, como segmento específico na linguagem Dança, como ressalta a pesquisadora Valéria Vicente (2011), no artigo “Dança Popular: Quem? O Quê? Quando? Como? Onde? Porquê?”. Portanto, na história inicial da Cia. Artefolia a dança popular é tratada como segmento artístico dedicado à criação de espetáculos.
QUIÉNES SOMOS
La Cia. Artefolia es un grupo de danza de Recife , la capital del estado de Pernambuco que, en el momento de su creación, recibió la influencia la Metodología Brasílica – una sistematización desarrollada por el Balé Popular do Recife basada en la observación y recreación de movimientos y pasos de danzas tradicionales, así como en su transposición al escenario.
En los primeros años de su existencia, el grupo reproducía el formato creado por el Balé Popular, a través de composiciones coreográficas de danzas populares*, que pasaban por los ciclos de Carnaval, de las festividades de los santos en Junio, y Navidad; sin embargo, al cabo de un tiempo, comenzó a experimentar y a tener contacto con otras formas de vivir las expresiones populares, teniendo en cuenta los cruces y las problemáticas actuales, lo que permitió ampliar las creaciones de la compañía para la escena.
La Compañía de Danza Artefolia tiene una trayectoria marcada por una serie de importantes producciones que mezclan tradición y recreación a partir de la cultura popular, con énfasis en manifestaciones como el frevo, el maracatu y otras expresiones de la danza popular. Desde su fundación en 1997, la compañía ha acumulado una vasta producción, con un total de nueve obras escénicas entre espectáculos y coreografías de autoría propia: Pernambucando (1997), Mutamb (1999), Bela à Vista – A Descoberta de Cabral (2000), IrreverênCompañía(2001), Namata (2002), Patuscada (2003), Tambores e Maracás (2004), Preto no Branco (2007) y Roda de Terreiro (2022). La Compañía también se ha dedicado a la creación de videodanzas que amplían su lenguaje artística al audiovisual; entre las principales obras destacan las videodanzas Preto no Branco (2007), concebida para el espectáculo del mismo nombre, Cupim de Ferro (2018) y Na Sola do Pé (2022).
Los proyectos más recientes de la Cia. Artefolia muestran la continuidad de su trabajo y su preocupación por la preservación y difusión cultural, así como por la educación y la formación artística. Entre los más destacados en el ámbito de la investigación cultural se encuentran Na Sola do Pé (2020) y “Segurando o Rojão”: ensino do frevo, metodologias e resistência do Litoral ao Sertão (2021) y el seminario itinerante Nessa Roda Cabe (2023-2024), que giró por Petrolina y Serra Talhada (importantes ciudades en el sertón del estado de Pernambuco), conectando prácticas y saberes del frevo en estas dos localidades. También organizó la gira municipal (Recife) de Roda de Terreiro (2023) y, en 2024, el proyecto Corpos Inscritos no Tempo (Cuerpos Inscritos en el Tiempo), que trata de la organización y difusión de las colecciones físicas y digitales de la Cia. Artefolia.
A partir de la primera experiencia Pernambucando, surgieron otras creaciones e investigaciones que dieron forma a un proceso creativo propio que continúa en la actualidad. El trabajo autoral de la Cia. Artefolia se caracteriza por la creación colaborativa entre los miembros del grupo y la asociación con coreógrafos invitados; su premisa es la articulación de los cuerpos con diferentes referencias del mundo de la danza para tratar temas relativos a la cultura brasileña/pernambucana, así como su relación con la contemporaneidad.
A través de sus proyectos, la Cia. Artefolia ha viajado a varias ciudades brasileñas como Belém, Curitiba, Brasília, Salvador, Manaus, Belo Horizonte, São José do Rio Preto, Maceió, João Pessoa y siete municipios del estado de Pernambuco además de Recife: Limoeiro, Garanhuns, Triunfo, Jaboatão dos Guararapes, Jatobá, Petrolina y Serra Talhada; en el extranjero, ha viajado a California en Berkeley, San Francisco, Los Ángeles y San Diego.
La Cia. Artefolia entiende la importancia y la influencia de todas las personas que han formado parte del grupo desde su fundación; poderosas en sus singularidades creativas, son entidades que han ido interfiriendo, moldeando y repensando sus propias prácticas a lo largo de la historia del grupo.
La compañía se ocupa de temas que están presentes en nuestra estructura social y que atraviesan las experiencias individuales. En los últimos años, la perspectiva decolonial de la acción colectiva ha impregnado su construcción artística y creativa, así como las relaciones entre todes les artistas-creadores que componen la compañía. Estar en grupo es lo que interesa y da sentido al trabajo de la compañía.
* El término “Danza Popular” es específico de la escena de la danza en Recife y Pernambuco, precisamente por la influencia del Balé Popular de Recife, y con el tiempo se ha convertido en un segmento específico del lenguaje de la danza, como señala la investigadora Valéria Vicente (2011) en su artículo “Danza Popular: ¿Quién? ¿Qué? ¿Cuándo? ¿Cómo? ¿Dónde? ¿Por qué? “. Por lo tanto, en la historia inicial de la Cia. Artefolia, la danza popular es tratada como un segmento artístico dedicado a la creación de espectáculos.
WHO WE ARE
The Artefolia Company is a dance group from Recife that, at the time of its creation, was influenced by Metodologia Brasílica – a systematisation developed by the Balé Popular do Recife based on the observation and recreation of movements and steps from traditional dances, as well as their transposition onto the stage.
In the early years of its existence, the group reproduced the format created by the Balé, through choreographic compositions of popular dances*, which went through the Carnival, June and Christmas cycles; however, after a while, it began to experiment and have contact with other ways of experiencing popular expressions, taking into account crossovers and current issues, which made it possible to broaden the company’s creations for the stage.
The Artefolia Dance Company has a history marked by a series of important productions that mix tradition and (re)creation based on popular culture, with an emphasis on manifestations such as frevo, maracatu and other popular dance expressions. Since it was founded in 1997, the company has amassed a vast production, with a total of nine stage pieces including authorial shows and choreographies: Pernambucando (1997), Mutamb (1999), Bela à Vista – A Descoberta de Cabral (2000), Irreverência (2001), Namata (2002), Patuscada (2003), Tambores e Maracás (2004), Preto no Branco (2007) and Roda de Terreiro (2022). The Company has also dedicated itself to creating video dances that expand its artistic language to the audiovisual; the main pieces include the video dances Preto no Branco (2007), conceived for the show of the same name, Cupim de Ferro (2018), and Na Sola do Pé (2022).
Artefolia’s most recent projects show the continuity of its work and its concern for cultural preservation and dissemination, as well as education and artistic training. Among the most notable in the area of cultural research are Na Sola do Pé (2020) and “SEGURANDO O ROJÃO”: teaching frevo, methodologies and resistance from the Coast to the Hinterland (2021) and the itinerant seminar Nessa Roda Cabe (2023-2024), which travelled across Petrolina and Serra Talhada, connecting frevo practices and knowledge in these two locations. It also organised the municipal tour (Recife) of Roda de Terreiro (2023) and, in 2024, the project Corpos Inscritos no Tempo, which deals with the organisation and dissemination of Artefolia Company’s physical and digital collections.
From the first experience with Pernambucando, other creations and research emerged, shaping a creative process of their own that continues to this day. Artefolia’s authorial work is characterised by collaborative creation between the group members and partnerships with guest choreographers; its premise is the articulation of bodies with different references from the world of dance to deal with themes relating to Brazilian/Pernambuco’s culture, as well as their relationship with contemporaneity.
Through its projects, Artefolia Company has travelled to various Brazilian cities such as Belém, Curitiba, Brasília, Salvador, Manaus, Belo Horizonte, São José do Rio Preto, Maceió, João Pessoa and seven municipalities in the state of Pernambuco besides Recife: Limoeiro, Garanhuns, Triunfo, Jaboatão dos Guararapes, Jatobá, Petrolina and Serra Talhada; abroad, it has been to California in Berkeley, San Francisco, Los Angeles and San Diego.
Artefolia Company understands the importance and influence of all the people who have been part of the group since it was founded; powerful in their creative singularities, these are bodies that have been interfering, shaping and rethinking their own practices throughout the group’s history.
The Company is involved with themes that are present in our social structure and that come across individual experiences. In recent years, the decolonial perspective of collective action has permeated its artistic and creative construction, as well as the relationships between all the artist-creators who make up the company. Being in a group is what interests and gives meaning to Artefolia’s work.
* The term “Popular Dance” is specific to the dance scene in Recife and Pernambuco, precisely because of the influence of the Balé Popular do Recife, and over time it has become a specific segment of the dance language, as researcher Valéria Vicente (2011) points out in her article “Popular Dance: Who? What? When? How? Where? Why?”. Therefore, in the early history of Artefolia Company, popular dance is regarded as an artistic segment dedicated to creating shows.
Corpos que nos atravessam:
Adriana Aracele, Adriano Cabral, Alcina Sá, Alessandra Capai, Allan Delmiro, Ana Laidley, Ana Experimental, André Madureira, André Rameh, Andréa Borges, Andréa Câmara, Andrey Caminha, Anne Costa, Bárbara Regina, Breno César, Bruno Fonseca, Carmem Lélis, Carolina Pontes, Carla Navarro, Célia Meira, Christianne Galdino, Crystiane Ribeiro, Dadinha Gomes, Daniel SemSobreNome, Daniela Santos (em memória), Djanira Milfont, Elaine Bazante, Eliane Paes, Érica Karla, Eron Villar, Everton Gomes, Fabian Gomes (em memória), Fabiana Cunha, Fábio Ban, Felipe Ferreira, Filipe Marcena, Frank Sóstenes, Gabi Carvalho, Gaby Conde, Gean Ramos, Geyson Scallop, Gemerson Rodrigues, Gerson Lobo, Guitinho da Xambá (em memória), Gustavo Aguiar, Henrique Braz, Helder Vasconcelos, Hugo Belfort, Isaac Souza, Iane Costa, Ivaldo Mendonça, Janaina Santos, Jefferson Figueirêdo, Jennyfer Caldas, João Guilherme de Paula, João Nunes, João Paulo Silva, João Pedrosa, Jorge de Paula, Jorgeany Baracho, José Valdomiro (Minininho), Josy Caldas, Júnior Lima, Liana Lisboa, Liliian Coelho, Karina Zoby, Kleber Azevedo, Laércio Rameh, Liana Vasconcelos, Lorena Guerra, Luciana Dias, Luciana Padilha, Luciana Rameh, Luciana Araújo, Luciano Oliveira, Marcela Rabelo, Marcelo Lyra (em memória), Marcelo Sena, Marcelo Valente, Marcio Dornellas, Mariana Lima, Mariangela Valença, Marília Rameh, Marina Souza, Mauro Corrêa, Marcelino Freire, Mestre Aguinaldo, Mestre King (em memória), Mestre Mago, Mimito Rameh, Mônica Lira, Munique Giselly, Nelson Lima, Niedson Uly, Paula Azevedo, Paula Vasconcelos, Paulo Cristo, Rafaela Costa, Ramalho Júnior, Rennê Cabral, Rodolpho Salles, Rodrigo Castelo Branco, Rogério Alves, Rossana Rameh, Samara Simões, Saulo Uchôa, Sílvia Góis, Simone Silva, Sílvio, Sylvio Mangueira, Silvio Barreto, Sóstenes Vidal, Tainá Chagas, Tarcísio Resende, Tiziu, Tony e Yuri Matias.
* Integram a Cia. Artefolia
* Integraram a Cia. Artefolia
* Parceires e colaboradories de trabalho
Instituições parceiras: Academia Santa Gertrudes, Cia. Etc., Grupo Experimental, Circo da Trindade, Grupo de Percussão Quebra Baque, Espaço Experimental, Burburinho Bar, Paço do Frevo, Maracatu Nação Pernambuco e Movimento Pró-Criança.
Prêmios e Homenagens
- 2023 – 1º Prêmio Trajetórias em Dança – Mônica Japiassú.
- 2023 – Homenagem da Casa de Vovó Bibia com entrega de certificado de Compromisso Social em reconhecimento aos 30 anos da Cia. Artefolia.
- 2022 e 2023 – Homenagens da “mandata” da vereadora Cida Pedrosa (PCdoB – Recife) em sessão solene e com entrega de certificado pelo Dia Internacional da Dança – 29 de abril de 2022 e em reconhecimento aos 30 anos da Cia. Artefolia em 2023.
- 2009 – Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna.
- 2008 – Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna.
- 2006 – Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna.
- 2003 – Prêmio APACEPE de Melhor Coreografia, Melhor Bailarina, Bailarina Revelação em 2003
- 2004 – Prêmio APACEPE de Destaque da Dança em 2004.
- 2000 – Prêmio APACEPE pelo reconhecimento ao trabalho por ser o único grupo de dança que realizou temporada no ano de 1999, no Recife.
- 1988 – Prêmio de 1º LUGAR no V Festival Internacional de Dança da Amazônia – FIDA – Belém/Pará.
Cuerpos que nos atraviesan:
Adriana Aracele, Adriano Cabral, Alcina Sá, Alessandra Capai, Allan Delmiro, Ana Laidley, Ana Experimental, André Madureira, André Rameh, Andréa Borges, Andréa Câmara, Andrey Caminha, Anne Costa, Bárbara Regina, Breno César, Bruno Fonseca, Carmem Lélis, Carolina Pontes, Carla Navarro, Célia Meira, Christianne Galdino, Crystiane Ribeiro, Dadinha Gomes, Daniel SemSobreNome, Daniela Santos (en memoria), Djanira Milfont, Elaine Bazante, Eliane Paes, Érica Karla, Eron Villar, Everton Gomes, Fabian Gomes (en memoria), Fabiana Cunha, Fábio Ban, Felipe Ferreira, Filipe Marcena, Frank Sóstenes, Gabi Carvalho, Gaby Conde, Gean Ramos, Geyson Scallop, Gemerson Rodrigues, Gerson Lobo, Guitinho da Xambá (en memoria), Gustavo Aguiar, Henrique Braz, Helder Vasconcelos, Hugo Belfort, Isaac Souza, Iane Costa, Ivaldo Mendonça, Janaina Santos, Jefferson Figueirêdo, Jennyfer Caldas, João Guilherme de Paula, João Nunes, João Paulo Silva, João Pedrosa, Jorge de Paula, Jorgeany Baracho, José Valdomiro (Minininho), Josy Caldas, Júnior Lima, Liana Lisboa, Liliian Coelho, Karina Zoby, Kleber Azevedo, Laércio Rameh, Liana Vasconcelos, Lorena Guerra, Luciana Dias, Luciana Padilha, Luciana Rameh, Luciana Araújo, Luciano Oliveira, Marcela Rabelo, Marcelo Lyra (en memoria), Marcelo Sena, Marcelo Valente, Marcio Dornellas, Mariana Lima, Mariangela Valença, Marília Rameh, Marina Souza, Mauro Corrêa, Marcelino Freire, Mestre Aguinaldo, Mestre King (en memoria), Mestre Mago, Mimito Rameh, Mônica Lira, Munique Giselly, Nelson Lima, Niedson Uly, Paula Azevedo, Paula Vasconcelos, Paulo Cristo, Rafaela Costa, Ramalho Júnior, Rennê Cabral, Rodolpho Salles, Rodrigo Castelo Branco, Rogério Alves, Rossana Rameh, Samara Simões, Saulo Uchôa, Sílvia Góis, Simone Silva, Sílvio, Sylvio Mangueira, Silvio Barreto, Sóstenes Vidal, Tainá Chagas, Tarcísio Resende, Tiziu, Tony e Yuri Matias.
* Integran la Cia. Artefolia
* Integraron la Cia. Artefolia
* Parcerias y colaboraciones de trabajo
Instituciones asociadas: Academia Santa Gertrudes, Cia. Etc., Grupo Experimental, Circo da Trindade, Grupo de Percussão Quebra Baque, Espaço Experimental, Burburinho Bar, Paço do Frevo, Maracatu Nação Pernambuco y Movimento Pró-Criança.
Premios y Honores
- 2023 – 1º Prêmio Trajetórias em Dança – Mônica Japiassú.
- 2023 – Homenagem da Casa de Vovó Bibia com entrega de certificado de Compromisso Social em reconhecimento aos 30 anos da Cia. Artefolia.
- 2022 e 2023 – Homenagens da “mandata” da vereadora Cida Pedrosa (PCdoB – Recife) em sessão solene e com entrega de certificado pelo Dia Internacional da Dança – 29 de abril de 2022 e em reconhecimento aos 30 anos da Cia. Artefolia em 2023.
- 2009 – Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna.
- 2008 – Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna.
- 2006 – Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna.
- 2003 – Prêmio APACEPE de Melhor Coreografia, Melhor Bailarina, Bailarina Revelação em 2003
- 2004 – Prêmio APACEPE de Destaque da Dança em 2004.
- 2000 – Prêmio APACEPE pelo reconhecimento ao trabalho por ser o único grupo de dança que realizou temporada no ano de 1999, no Recife.
- 1988 – Prêmio de 1º LUGAR no V Festival Internacional de Dança da Amazônia – FIDA – Belém/Pará.
Bodies that cross us:
Adriana Aracele, Adriano Cabral, Alcina Sá, Alessandra Capai, Allan Delmiro, Ana Laidley, Ana Experimental, André Madureira, André Rameh, Andréa Borges, Andréa Câmara, Andrey Caminha, Anne Costa, Bárbara Regina, Breno César, Bruno Fonseca, Carmem Lélis, Carolina Pontes, Carla Navarro, Célia Meira, Christianne Galdino, Crystiane Ribeiro, Dadinha Gomes, Daniel SemSobreNome, Daniela Santos (in memoriam), Djanira Milfont, Elaine Bazante, Eliane Paes, Érica Karla, Eron Villar, Everton Gomes, Fabian Gomes (in memoriam), Fabiana Cunha, Fábio Ban, Felipe Ferreira, Filipe Marcena, Frank Sóstenes, Gabi Carvalho, Gaby Conde, Gean Ramos, Geyson Scallop, Gemerson Rodrigues, Gerson Lobo, Guitinho da Xambá (in memoriam), Gustavo Aguiar, Henrique Braz, Helder Vasconcelos, Hugo Belfort, Isaac Souza, Iane Costa, Ivaldo Mendonça, Janaina Santos, Jefferson Figueirêdo, Jennyfer Caldas, João Guilherme de Paula, João Nunes, João Paulo Silva, João Pedrosa, Jorge de Paula, Jorgeany Baracho, José Valdomiro (Minininho), Josy Caldas, Júnior Lima, Liana Lisboa, Liliian Coelho, Karina Zoby, Kleber Azevedo, Laércio Rameh, Liana Vasconcelos, Lorena Guerra, Luciana Dias, Luciana Padilha, Luciana Rameh, Luciana Araújo, Luciano Oliveira, Marcela Rabelo, Marcelo Lyra (in memoriam), Marcelo Sena, Marcelo Valente, Marcio Dornellas, Mariana Lima, Mariangela Valença, Marília Rameh, Marina Souza, Mauro Corrêa, Marcelino Freire, Mestre Aguinaldo, Mestre King (in memoriam), Mestre Mago, Mimito Rameh, Mônica Lira, Munique Giselly, Nelson Lima, Niedson Uly, Paula Azevedo, Paula Vasconcelos, Paulo Cristo, Rafaela Costa, Ramalho Júnior, Rennê Cabral, Rodolpho Salles, Rodrigo Castelo Branco, Rogério Alves, Rossana Rameh, Samara Simões, Saulo Uchôa, Sílvia Góis, Simone Silva, Sílvio, Sylvio Mangueira, Silvio Barreto, Sóstenes Vidal, Tainá Chagas, Tarcísio Resende, Tiziu, Tony and Yuri Matias.
* Are part of Cia Artefolia
* Have been part of Cia Artefolia
* Partnerships and work collaborations
Partner institutions: Academia Santa Gertrudes, Cia. Etc., Grupo Experimental, Circo da Trindade, Grupo de Percussão Quebra Baque, Espaço Experimental, Burburinho Bar, Paço do Frevo, Maracatu Nação Pernambuco and Movimento Pró-Criança.
Awards and Honours:
- 2023 – 1st Trajectories in Dance Award – Mônica Japiassú.
- 2023 – Honour from Casa de Vovó Bibia with a certificate of Social Commitment in recognition of 30 years of Cia Artefolia.
- 2022 and 2023 – Tributes from the “mandate” of Councillor Cida Pedrosa (PCdoB – Recife) in a solemn session and with the presentation of a certificate for International Dance Day – 29 April 2022 and in recognition of Cia Artefolia’s 30th anniversary in 2023.
- 2009 – FUNARTE Klauss Vianna Dance Award.
- 2008 – FUNARTE Klauss Vianna Dance Award.
- 2006 – FUNARTE Klauss Vianna Dance Award.
- 2003 – APACEPE Award for Best Choreography, Best Dancer, Breakthrough Dancer in 2003
- 2004 – APACEPE Award for Outstanding Dance in 2004.
- 2000 – APACEPE Award for recognising the work of the only dance group that performed a season in Recife in 1999.
- 1988 – 1st PLACE prize at the 5th International Dance Festival of the Amazon – FIDA – Belém/Pará.