VIDEODANÇA – 2018
CUPIM DE FERRO
Videodança concebida e gravada em Outubro de 2018, de forma independente, em celebração aos 25 anos da Cia. Artefolia. A temática traz à tona a discussão do lugar da classe oprimida e marginalizada na sociedade, e a forma que encontrou de se fazer expressar a partir do frevo.
A cidade-memória, o corpo-memória. Como a arte se expressa diante dos novos velhos tempos? O frevo, que traz em si a discussão do lugar de classe marginalizada e invisibilizada socialmente, através dos seus movimentos, se forja como um ato social na interação com a cidade. O grito constante e permanente da arte de rua, a dança, a ocupação, a resistência articulados como movimentos fluidos, expansivos, tensos e que revelam disputas de território para o Ser Artista em tempos de contração e retração.
A escolha por se fazer presente, por expressar os sentimentos de pertença através do corpo, do diálogo com a cidade, que é ao mesmo tempo metáfora e espelho nesse contexto urbano. É resistência, em contraponto ao contexto sócio-político do Brasil em que os direitos e a livre manifestação, de criação, de existência se encontram em retrocesso.
A Videodança Cupim de Ferro ampliou a possibilidade de difusão e chega a um público maior e mais diverso nas redes sociais e plataformas digitais, possibilitando outra perspectiva de pesquisa e criação em dança.
FICHA TÉCNICA
Direção: Filipe Marcena e Marcelo Sena; Concepção: Marília Rameh e Marcelo Sena; Artistas-Criadories: Anne Costa, Henrique Braz, Jefferson Figueirêdo, Marina Souza e Ramalho Junior; Trilha Sonora: Cupim de Ferro – Lenine/Nação Zumbi; Fotografia: Marcelo Sena; Edição: Filipe Marcena; Produção: Mariana Lima.
Cupim de Ferro – Termitas de hierro*
Una videodanza concebida y grabada de forma independiente en Octubre de 2018, para celebrar el 25º aniversario de la Cia. Artefolia. El tema trae a la luz el debate sobre el lugar que ocupa la clase oprimida y marginada en la sociedad, y la forma que ha encontrado de expresarse a través del frevo.
La ciudad-memoria, el cuerpo-memoria. ¿Cómo se expresa el arte ante los nuevos viejos tiempos? Frevo, que trae consigo la discusión del lugar de una clase marginada y socialmente invisible, a través de sus movimientos, se forja como un acto social en interacción con la ciudad. El grito constante y permanente del arte callejero, la danza, la ocupación, la resistencia articulada como movimientos fluidos, expansivos, tensos, que revelan disputas por el territorio para el Artista en tiempos de contracción y retracción.
La elección de estar presente, de expresar sentimientos de pertenencia a través del cuerpo, del diálogo con la ciudad, que es a la vez metáfora y espejo en este contexto urbano. Es resistencia, en contrapunto al contexto sociopolítico de Brasil en el que los derechos y la libre expresión, la creación y la existencia estaban en retroceso.
La videodanza Cupim de Ferro ha ampliado la posibilidad de difusión y llega a un público más amplio y diverso en las redes sociales y plataformas digitales, lo que permite otra perspectiva de la investigación y la creación de danza.
* es una manera regional de hablar de algo con fuerza imparable.
FICHERO TÉCNICO
Dirección: Filipe Marcena y Marcelo Sena; Concepto: Marília Rameh y Marcelo Sena; Artistas-Creadores: Anne Costa, Henrique Braz, Jefferson Figueirêdo, Marina Souza y Ramalho Junior; Banda Sonora: Cupim de Ferro – Lenine/Nação Zumbi; Fotografía: Marcelo Sena; Montaje: Filipe Marcena; Producción: Mariana Lima.
IRON TERMITE
A video dance conceived and recorded independently in October 2018, in celebration of Artefolia Company’s 25th anniversary. The theme brings up the discussion of the place of the oppressed and marginalised class in society, and the way it has found to express itself through frevo.
The city-memory, the body-memory. How does art express itself in the face of the new old times? Frevo, which brings in itself the discussion about the place of a marginalised and socially invisible class, is shaped through its movements as a social act in interaction with the city. The constant and permanent cry of the street art, the dance, the occupation, the resistance articulated as fluid, expansive, tense movements that reveal disputes over territory for the Artist Being in times of contraction and retraction.
The choice to be present, to express feelings of belonging through the body, through the dialogue with the city, which is both metaphor and mirror in this urban context. It is resistance, in contrast to the socio-political context of a Brazil in which rights and free expression, creation and existence are in retreat.
Cupim de Ferro video dance has expanded the possibility of dissemination and reaches a larger and more diverse audience on social media and digital platforms, enabling another perspective on dance research and creation.
TECHNICAL FILE
Direction: Filipe Marcena and Marcelo Sena; Concept: Marília Rameh and Marcelo Sena; Artists-Creators: Anne Costa, Henrique Braz, Jefferson Figueirêdo, Marina Souza and Ramalho Junior; Soundtrack: Cupim de Ferro – Lenine/Nação Zumbi; Photography: Marcelo Sena; Editing: Filipe Marcena; Production: Mariana Lima.
Histórico
- Dança na Tela (2021)
- Festival Nave Gris (2020)
- Conexão Dança SLZ (2020)